Evidências científicas sobre a EFT

Uma pesquisa sobre a acupuntura feita na Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, mostrou que o estímulo em certos pontos dos meridianos diminui a atuação da amídala cerebral. Essa amídala é um importante centro regulador dos sentimentos, das emoções e da agressividade. A acupuntura também diminui o sentimento de medo. Em um teste feito pelo Dr. J. Fang, podia-se ver claramente o escaneamento do cérebro e a amídala respondendo aos estímulos da acupuntura.

Enquanto que o estudo de Harvard referia-se à aplicação da acupuntura com agulhas, outros estudos mostraram que o toque nesses mesmos pontos dos meridianos causava o mesmo efeito. Também, o Dr. Dawson Church pesquisou o nível de cortisol ao se aplicar a EFT. Assim como a adrenalina, o cortisol é o hormônio ativado durante uma situação de estresse. Nessa pesquisa, foram estudados os casos de 83 pacientes. Uma parte deles recebeu uma sessão de EFT, outra parte uma sessão de psicoterapia tradicional e outra parte nenhum tratamento. No grupo que recebeu a EFT, o nível de cortisol abaixou drasticamente, enquanto que nos outros dois grupos a mudança for considerada normal. A redução do cortisol está relacionada à diminuição da ansiedade, depressão e outros sintomas psicológicos.

Em um artigo publicado na prestigiosa APA (American Psychological Association), o Dr. David Feinstein explica que o estímulo nesses pontos de acupuntura (tapping, ou EFT) está no nível de sucesso para tratamentos de fobias e ansiedade, assim como em depressão.

Segundo o mesmo Dr. Feinstein, o tapping (EFT, por exemplo) pode ativar as propriedades eletromagnéticas dos pontos da acupuntura. Ao estimular esses pontos, pode-se enviar impulsos a outras áreas mais distantes do corpo, além de causar a secreção de serotonina, um neurotransmissor, que, quando não se apresenta em nível adequado, está relacionado à depressão, ansiedade e vícios.

Quando a pessoa recebe uma ameaça, desencadeia-se uma resposta emocional disfuncional:

  1. Um leve sinal, que possa fazer lembrar o trauma, ativa a amídala, fazendo com que ela considere como o mesmo ataque de antes.
  2. A amídala envia impulsos ao sistema nervoso, como uma resposta de alarme. A adrenalina e o cortisol são emitidos no sistema sanguíneo, causando aceleração na batida cardíaca, alta da pressão e outra série de respostas traumáticas. A mente racional não consegue influenciar essa sequência.
  3. Ocorre as sensações físicas de alarme, como vontade de lutar, ou o medo e a inabilidade de tomar qualquer ação.

E quando a pessoa se submete a uma intervenção de tapping:

  1. A imagem da ameaça é trazida à mente, ao mesmo tempo em que uma série de estímulos físicos nos pontos energéticos enviam impulsos diretamente à amídala, que inibe a resposta de alarme.
  2. Esses impulsos também causam a redução, dentro da amídala, de várias conexões neurais entre a imagem e a resposta de alarme.
  3. Após uma sequência de impulsos, pode-se trazer a imagem para a mente, ou pode-se experimentar novamente a situação, sem que se crie a resposta de alarme.

É dessa maneira que o estímulo nesses pontos energéticos podem superar os problemas psicológicos. O mesmo pode-se dizer quando a meta é aumentar o desempenho, pois rompe-se, com o tapping, as possíveis barreiras psicológicas para se alcançar o desejado.

 

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